16 de jan de 2013

Símbolos da Jornada Mundial da Juventude passam pela comarca de Jaguaruna




A cruz vinda de Madri, na Espanha, o ícone de Nossa Senhora e a imagem da Beata Albertina estão percorrendo todo o Brasil e na última semana, dia 08, a Paróquia Nossa Senhora das Dores recebeu os símbolos da Jornada Mundial da Juventude, que foram trazidos de Tubarão.
Após a chegada à paróquia, foi realizado um momento de veneração aos símbolos, em seguida eles foram levados até o balneário Arroio Corrente, onde foi realizado o Bote Fé Comarcal, com missa presidida pelo padre Eloir Rogério Nascimento Borges, da paróquia de Cocal do Sul, Diocese de Criciúma, e concelebrada por diversos padres da Diocese de Tubarão.
A emoção tomou conta dos jovens e adultos que se fizeram presentes no encontro, muitos queriam tocar a cruz.
Padre Eloir, durante a homilia, falou sobre a importância do jovem na sociedade. "O jovem deve se divertir, sair com os amigos, mas ele deve, acima de tudo, ser exemplo por onde passa, ser espelho para outros".

Estiveram auxiliando no evento, os Bombeiros Voluntários, a Polícia Militar, a Prefeitura de Jaguaruna, além de voluntários do setor da Juventude, pastorais e movimentos da comarca.
Os símbolos da JMJ permaneceram na matriz até a quarta-feira, 09, onde foi celebrada missa às 08h da manhã, presidida pelo padre Nilo Buss e concelebrada pelos padres Pedro de Oliveira, da paróquia de Sangão, e Nivaldo Ceron e Antônio Salvador, ambos da paróquia Treze de Maio. Os padres Vanderlei Tezza, de Pedras Grandes, e Luiz Carlos Moreira Souza, de Morro Grande, não puderam se fazer presentes na celebração.
Às 13h os símbolos seguiram para Laguna, onde foi realizado o grande Boté Fé Diocesano, na praia do Mar Grosso, às 20h. A Missa foi presidida pelo bispo Dom João Francisco Salm, que destacou palavras do evangelho de Marcos 6, 50: “Coragem, sou eu! Não tenhais medo!”.  "É preciso que o jovem não tenha medo de lutar pelos seus ideais, que ele viva sua fé", refletiu Dom João.
O Bote Fé comarcal e diocesano seguiu com show católico e apresentações de teatro. Marcaram presença as bandas Atos II, Sopro Divino e Tons de Deus.
Emocionado, Evaldinho Pereira, coordenador do Setor da Juventude comarcal, falou da passagem dos símbolos. "É difícil esquecer e até descrever o sentimento que brota em nossos corações. Estar junto à cruz que já foi tocada pelo papa João Paulo II é emocionante. A  Jornada Mundial da Juventude  é vida jovem presente na igreja", finalizou.
A Jornada Mundial da Juventude é um evento realizado a cada dois anos com a presença do Papa, que reúne jovens de todo o mundo, e nesse ano, a Jornada terá como sede a cidade do Rio de Janeiro, de 23 a 28 de julho.
 
Símbolos da JMJ
 A Cruz
A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude, foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Desde 1984, a cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994, a cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do país sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.
Ícone de Nossa Senhora
Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a cruz da JMJ: o ícone de Nossa Senhora, “Salus Populi Romani”, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria, a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior.


Beata Albertina
Modelo de santidade para os jovens, a menina Albertina, natural de Vargem do Cedro, Imaruí, foi assassinada aos 12 anos de idade, no dia 15 de junho de 1931, porque quis 9preservar a sua pureza espiritual e corporal e defender a dignidade da mulher, por causa da fé e da fidelidade a Deus. Ela foi escolhida como umas das intercessoras da JMJ.




 Redação e fotos: Vanderléia Pereira (Pascom)
Também colaboraram com fotos: Jorge Pereira e Gabriel Costa Pereira 

0 comentários:

Postar um comentário